Hinos do Império Brasileiro

Segundo a tradição, às quatro horas da tarde do dia 7 de setembro de 1822, logo após ter proclamado a Independência do Brasil, D. Pedro I concluiu a composição de uma belíssima canção, composta em 16 de agosto do mesmo ano por Evaristo da Veiga. A canção “hino constitucional brasiliense” que seria o primeiro Hino Nacional Brasileiro.

Também em 1822, Francisco Manuel da Silva compôs uma melodia imponente, chamada “Marcha Triunfal”, em homenagem à independência do Brasil. Pelo menos duas letras foram foram compostas para esta canção e a principal delas, de autoria de Américo de Moura, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880, viria a ganhar popularidade como novo Hino Nacional Brasileiro, em 1831, após a abdicação de Dom Pedro I.  

Após o Golpe Militar de 1889, foi realizado um concurso para escolher um novo hino nacional para o Brasil, mas a música vencedora (“Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!…”) foi hostilizada pelo público e Marcha Triunfal, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial.  Na versão original de Américo de Moura, a introdução possui uma letra cantada, omitida na versão atual de Joaquim Osório Duque Estrada. Com a oficialização da Marcha Triunfal como novo Hino Nacional Brasileiro, a primeira canção, de Dom Pedro I, tornou-se o Hino da Independência do Brasil. A canção Hino Constitucional Brasiliense, composta originalmente com 10 estrofes, também é executada atualmente em uma versão compacta, omitindo-se as estrofes 3, 4, 5, 6, 8 e 10. As versões completas dos hinos do Império Brasileiro são as seguintes:

HINO CONSTITUCIONAL BRASILIENSE
Posteriormente Hino da “Independência do Brasil”

 

Já podeis da Pátria filhos

Ver contente a Mãe gentil;

Já raiou a Liberdade

No Horizonte do Brasil

Já raiou a Liberdade

Já raiou a Liberdade

No Horizonte do Brasil

Refrão

Brava Gente Brasileira

Longe vá, temor servil;

Ou ficar a Pátria livre,

Ou morrer pelo Brasil.

Ou ficar a Pátria livre,

Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil,

Houve Mão mais poderosa,

Zombou deles o Brasil.

Houve Mão mais poderosa

Houve Mão mais poderosa

Zombou deles o Brasil.

(Refrão)

O Real Herdeiro Augusto

Conhecendo o engano vil,

Em despeito dos Tiranos

Quis ficar no seu Brasil.

Em despeito dos Tiranos

Em despeito dos Tiranos

Quis ficar no seu Brasil.

(Refrão)

Ressoavam sombras tristes

Da cruel Guerra Civil,

Mas fugiram apressadas

Vendo o Anjo do Brasil.

Mas fugiram apressadas

Mas fugiram apressadas

Vendo o Anjo do Brasil.

(Refrão)

Mal soou na serra ao longe

Nosso grito varonil;

Nos imensos ombros logo

A cabeça ergue o Brasil.

Nos imensos ombros logo

Nos imensos ombros logo

A cabeça ergue o Brasil.

(Refrão)

Filhos clama, caros filhos,

E depois de afrontas mil,

Que a vingar a negra injúria

Vem chamar-vos o Brasil.

Que a vingar a negra injúria

Que a vingar a negra injúria

Vem chamar-vos o Brasil.

(Refrão)

Não temais ímpias falanges,

Que apresentam face hostil:

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.

Vossos peitos, vossos braços

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.

(Refrão)

Mostra Pedro a vossa fronte

Alma intrépida e viril:

Tende nele o Digno Chefe

Deste Império do Brasil.

Tende nele o Digno Chefe

Tende nele o Digno Chefe

Deste Império do Brasil.

(Refrão)

Parabéns, oh Brasileiros,

Já com garbo varonil

Do Universo entre as Nações

Resplandece a do Brasil.

Do Universo entre as Nações

Do Universo entre as Nações

Resplandece a do Brasil.

(Refrão)

Parabéns; já somos livres;

Já brilhante, e senhoril

Vai juntar-se em nossos lares

A Assembleia do Brasil.

Vai juntar-se em nossos lares

Vai juntar-se em nossos lares

A Assembleia do Brasil.

MARCHA TRIUNFAL
Posteriormente Hino Nacional Brasileiro

 

 

Introdução

Espera o Brasil que todos cumprais com o vosso dever

Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante

Gravai com buril nos pátrios anais o vosso poder

Eia! Avante, brasileiros! Sempre avante

Servi o Brasil sem esmorecer, com ânimo audaz

Cumpri o dever na guerra e na paz

À sombra da lei, à brisa gentil

O lábaro erguei do belo Brasil

Eia! sus, oh, sus!

Primeira Parte

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante,

E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,

Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte,

Em teu seio, ó Liberdade,

Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,

De amor e de esperança à terra desce,

Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,

És belo, és forte, impávido colosso,

E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo

És mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

Segunda Parte

Deitado eternamente em berço esplêndido,

Ao som do mar e à luz do céu profundo,

Fulguras, ó Brasil, florão da América,

Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,

“Nossos bosques têm mais vida”,

“Nossa vida” no teu seio “mais amores”. (*)

Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro dessa flâmula

– Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta,

Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo

És mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

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Morre um rei e um reino na America do Sul

patagonia_e_araucania_2Morreu ontem, dia 5 de janeiro, em Dordogne (França), aos oitenta e seis anos de idade, o Príncipe Philippe Paul Alexander Henry do Reino da Patagônia e Araucania, e com ele o mundo chora a morte de um reino, a única monarquia além do Brasil na América do Sul. Sua Alteza Real, nascido em 19 de fevereiro de 1927, era o herdeiro do Trono do Reino da Araucania e Patagônia – região localizada entre o Chile e a Argentina – desde 12 de maio de 1951, data da abdicação do Príncipe Antoine (1880-1951). Sucessor dinástico de Orélie-Antoine de Tounens (1825-1878), que, em 1860, foi eleito Rei da Araucania e Patagônia, o Príncipe Philippe foi casado e viúvo duas vezes mas não teve filhos e nem há outro herdeiro ao seu trono, morrendo com ele  a linhagem dos Príncipes da Araucania.

Condecorado com a Legião de Honra, o Príncipe Philippe sempre lutou em defesa dos índios da nação manpuche, que vivem na Araucania. Sua Alteza levou o clamor dos índios aos quatro cantos do mundo chegando até às Nações Unidas, motivo pelo qual foi banido das repúblicas do Chile e Argentina, exercendo um governo de exílio em território francês. 

O funeral do Príncipe será realizado esta semana, em Tourtoirac, onde está sepultado o Rei Orélie-Antoine. Todos os anos, lá são realizadas cerimônias com a presença de índios manpuche.

O Império Brasileiro e as repúblicas sul-americanas

O século XIX foi marcado, especialmente nas Américas, pelos processos de independência das terras colonizadas por nações europeias neste continente. As possessões portuguesas, porém, passaram por uma experiência diferente da de seus vizinhos holandeses, ingleses, franceses e sobretudo espanhóis.  Divididas inicialmente em 15 Capitanias Hereditárias ao invés de serem mantidas colônias e lutarem pela independência uma a uma, como na América Espanhola, a América Portuguesa foi elevada  em 1645 à condição de principado, e em 1815 a reino, passando a integrar o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves do qual veio, inclusive a tornar-se sede, com capital na cidade do Rio de Janeiro, mantendo-se a unidade das possessões portuguesas, pelo que é até mais apropriado chamar de emancipação  do que de independência o processo de separação do então Reino do Brasil dos demais integrantes do império português.

america portuguesa

Após a emancipação, o Reino do Brasil passou a ser denominado Império do Brasil o que justifica a importância histórica da única monarquia bem sucedida da América do Sul. Não fosse a monarquia, o continente teria pelo menos 8 outras repúblicas que chegaram a proclamar sua independência mas foram reincorporadas ao território brasileiro. Ao todo seriam pelo menos 20 repúblicas na América do Sul, a saber:

Colômbia Independente em 1810, Chile independente em 1818, Argentina independente em 1816, Perú e Venezuela Independentes em 1821, Brasil e Confederação do Equador e República do Equador independentes em 1822, Bolívia,  Paraguai e Uruguai independentes em 1825, Grão-Pará Independente em 1835, Rio Grande e Bahia independentes em 1837, Maranhão independente em 1838, República Juliana independente em 1839, Guiana e Suriname independentes em 1866 e República do Acre independente em 1899. Além destas repúblicas, a Guiana Francesa continua sendo uma possessão da República da França até os dias atuais.

20republicas

Ao todo nasceram pelo menos 20 nações republicanas na América do Sul mas a monarquia brasileira manteve-se soberana sobre 8 delas justificando o status de Império e tornando possível a consolidação de uma grande nação de dimensões continentais.

Juventude Monarquista em BH

banner_2bNo dia em que se faz memória do Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, jovens lideranças monarquistas de todas as regiões do estado se reuniram na capital mineira. Portando bandeiras do império os jovens se agruparam na praça em frente ao local marcado para a reunião do Conselho Monárquico Jovem, órgão do Círculo Monárquico de Minas Gerais. Entre os presentes estiveram o pré-candidato a deputado estadual Marcos Paulo Abreu, o empresário Felipe de Vasconcelos – Barão de São João Marcos, o presidente estadual do partido ARENA Frederik Dias Silva além de membros da Juventude Democratas. Na reunião foram definidas a nova composição do conselho, a agenda para o ano de 2014 e foi aprovado o Estatuto do CMJ. A nova composição, agenda e estatuto  deverão ser aprovadas pelo Círculo Monárquico de Minas Gerais e pela Casa Imperial Brasileira para que tenham validade. Após a reunião, os presentes confraternizaram em agradável Happy Hour no Restaurante Paracone.EJM-04

Princesas Plebeias. Contos de fadas da vida real

Em algum lugar do mundo existe um reino onde uma linda jovem do povo, de origem simples, vive uma vida dura, repleta de desafios e provações até que um dia em uma festa, um banquete real ela conhece um príncipe, cai em seus encantos, vive com ele uma linda história de amor que culmina em uma majestosa festa de casamento, na qual ela entra para a realeza e os dois vivem felizes para sempre. Parece um conto de fadas, vivido no mundo da fantasia numa época muito, muito antiga. No entanto, esta é a história real, vivida nos dias atuais por mulheres comuns, plebeias que se casaram com príncipes de verdade e se tornaram rainhas e princesas, senhoras de reinos e principados.

plabeias

willian kateA jovem Catherine nasceu e cresceu em uma pequena vila de uma cidade do interior da Inglaterra, perto de Londres. Como tantas outras jovens, ao entrar para a faculdade, Catherine viu o rumo de sua vida mudar completamente em uma festa da Universidade de St. Andrews, na Escócia. Foi lá que a a estudante de História da Arte, conheceu seu grande amor, seu príncipe. Seu nome era William,  filho de um certo Charles de Windsor e príncipe herdeiro do trono do Império Britânico, hoje sob o reinado de Elizabeth II. Os dois começaram a namorar, viveram juntos durante o curso universitário, depois da formatura a jovem Kate Midleton trabalhou em uma rede de lojas de roupa, depois na empresa de festas infantis de seus pais quando recebeu de seu príncipe o anel de noivado, o mesmo que pertencera à princesa Diana. No dia 29 de abril de 2011, na Abadia de Westminster, Kate Midleton casou-se com o Príncipe Willian, tornando-se Duquesa de Cambridge, Princesa Consorte e herdeira consorte do trono do Império Britânico.

felipe_letiziaNa Espanha, quando ainda estudava no Colégio Público Gesta de Oviedo, a jovem Letizia certamente nem sonhava conhecer um príncipe, ter um Casamento Real, quem sabe um dia se tornar rainha. Letizia graduou-se em Ciências da Informação pela Universidade Complutense de Madrid, começou a trabalhar no jornal ABC e na agência de notícias EFE, tornou-se  uma jornalista conhecida com passagem pela CNN e pela TVE  (Televisión Española), onde chegou a ser âncora. Após quase 10 anos de namoro, chegou a casar-se com um professor de literatura, mas o casamento não durou nem um ano. Após a separação, quando participava de um jantar, Letizia conheceu Filipe de Bourbon, Príncipe Herdeiro do trono espanhol, com quem iniciou um novo relacionamento. Os dois se casaram na Catedral de Santa María la Real de la Almudena, em Madrid e a partir de então Letizia Ortiz tornou-se Princesa das Astúrias e presuntiva futura Rainha de Espanha.

albert charleneNascida na África do Sul, filha de um engenheiro da computação e de uma ex-mergulhadora, Charlene Wittstock logo cedo, iniciou sua carreira como nadadora profissional, tendo competido pala seleção sul-afriana em diversas Olimpíadas. No ano de 2000, quando competia no charmoso principado de Mônaco, Charlene conheceu seu soberano, o Príncipe Albert II e começaram um relacionamento amoroso. Ao longo do relacionamento, Charlene converteu-se ao catolicismo, aprendeu francês, o dialeto monegasco e o protocolo da corte europeia e, no dia 3 de julho de 2011 uma belíssima cerimônia no Palácio Grimaldi, transmitida ao vivo por várias emissoras de TV e diante de autoridades do mundo todo, tornavam a ex-nadadora e o Chefe de Estado de Mônaco, marido e mulher. Após o casamento, Charlene se tornou a princesa consorte do Mónaco, titulada Sua Alteza Sereníssima, a Princesa do Mónaco, posição antes ocupada pela mãe do Príncipe Albert II, Grace Kelly.

willem e maximaDa América Latina, Máxima Zorreguieta, filha mais velha do político e fazendeiro Jorge Zorreguieta nasceu em Buenos Aires, graduou-se em Economia pela Universidade Católica Argentina e trabalhou em empresas de de finanças em seu país, em Nova York e depois na Europa. No auge de sua carreira profissional, durante a Feira de Abril, em Sevilia, na Espanha, apresentou-se a ela um certo “Alexandre”. Durante o encontro, ele disse que era Willem-Alexander, príncipe herdeiro do Reino dos Países Baixos. Máxima pensou que ele estivesse brincando, mas combinaram um novo encontro. A partir daí começaram um relacionamento que levou ao casamento com o príncipe, em cerimônia realizada em Amsterdã, quando a plebeia sul-americana recebeu o título de Princesa do Reino dos Países Baixos, vindo a se tornar, após a renúncia da Rainha Beatrix I em favor do filho, rainha do Reino dos Países Baixos, ao lado de seu marido, o rei Williem-Alexander tornando-se soberana da Holanda, de Aruba, de Curaçao, de São Martinho e das Antilhas Neerlandesas.

Mais que governar, inspirar seus súditos é a principal função da realeza. As histórias destas mulheres serve para dar testemunho de que não importa se você nasceu em uma vila, na América do Sul ou na África. Não importa se estudou em escola pública, se trabalhou atrás de um balcão, se se tornou esportista. Não importa se casou-se e não deu certo. Acredite no amor, tenha sonhos, espere, busque, tenha a construção de uma família como o ideal mais nobre. Estas mulheres se tornaram rainhas, senhoras de povos, reinos e principados, hoje são celebridades, admiradas e respeitadas em todo o mundo e conquistaram tudo isto através do casamento.

Monarcas argentinos ocupam dois dos tronos mais importantes do mundo

O ano de 2013 entrará para a história dos nossos “hermanos” argentinos de uma maneira especial. A Argentina, republicana desde a sua formação, é hoje o país americano que tem mais cabeças coroadas entre seus filhos.  E este feito histórico singular e memorável se deu por via de sucessão natural, comum em uma monarquia. A renúncia de dois dos mais importantes monarcas do mundo, por consciência e compromisso com seus estados, longe de pressões e influências econômicas, políticas ou de qualquer outra natureza, possibilitou a acensão de dois plebeus a dois dos tronos mais importantes do mundo monárquico.

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No dia 11 de fevereiro, o Papa Bento XVI, em um discurso emocionante e demonstrando grande humildade, nobreza e sobriedade, admitiu não ter mais a força necessária para seguir no papado e renunciou ao trono de Pedro. Em seu lugar, o Sacro Colégio dos Cardeais elegeram, no dia 13 de março, o argentino Jorge Mário Bergoglio, cardeal arcebispo de Buenos Aires. O argentino Papa Francisco, primeiro papa sul-americano, se torna o monarca mais poderoso de todo o mundo, soberano do estado do Vaticano, chefe da Igreja Católica Apostólica Romana em todos os países e continentes do planeta e líder espiritual de um império de quase 2 bilhões de fiéis. O papa argentino, com seu estilo pessoal de origem e influência no modo latino-americano de ser, Inaugura um novo tempo no papado, uma nova forma de “ser monarca”. Recusando crucifixo, anel e trono do ouro, limusine blindada e cerimônia de coroação, substituindo a cerimônia de “beija-mão” por um caloroso abraço ele escolhe para si o nome papal de Francisco, o santo dos pobres e marginalizados e abre mão da pompa e do fausto inerentes ao papado, para se se tornar um papa popular, acessível, simples, preocupado com os pobres, com os marginalizados e comprometido com as questões sociais.  O Papa Francisco anunciou uma reforma histórica na estrutura da igreja, prometendo descentralizar as ações do Vaticano, dar mais autoridade aos bispos de todo o mundo e promover uma maior valorização da mulher dentro da igreja.

rainha_maximaNa Holanda uma mulher argentina foi coroada no dia 30 de abril, junto com seu marido Willem- Alexander, rainha de um dos países mais desenvolvidos do mundo. Após a renúncia da Rainha Beatrix I em favor do filho depois de 33 anos de reinado, a argentina Máxima Zorreguieta Oranje-Nassau foi autorizada pelo parlamento neerlandês a se tornar rainha do Reino dos Países Baixos, ao lado de seu marido, o rei Williem-Alexander. Máxima Zorreguieta tornou-se soberana da Holanda, um dos países com maior renda nominal per-capta, maior IDH, maior índice de democracia, de segurança, de qualidade da educação, de igualdade social e de liberdade econômica do mundo. A princesa Máxima, a partir da coroação do Rei Williem-Alexander, tornou-se Soberana da Holanda, de Aruba, de Curaçao, São Martinho e das Antilhas Neerlandesas, enquanto Beatrix, após 33 anos de reinado, passará a ser chamada de princesa. A rainha Máxima detêm os títulos de princesa de Orange-Nassau, Senhora de Amsberg, Rainha-consorte dos Países Baixos e as honras de Grande Cruz da Ordem da Holanda, Grande Cruz da Ordem da Cruz, Ordem de Honra de Família do Brunei, Grande Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul, Grande Cruz da Ordem de Mérito do Chile, Grande Cruz da Ordem da Adolphe de Nassau, Membro da Ordem da Aztec Eagle, Membro da Ordem da Sultan Qaboos, Dama da Grande Cruz da Ordem de Isabella a Católica, Commandante da Grande Cruz da Ordem da Estrela Polar e Membro da União da Ordem. A monarquia na Holanda tem apoio de mais de 80% da população.