Príncipe de Luxemburgo e chanceler da juventude monárquica celebram seus casamentos em outubro.

No mês em que celebrou-se o enlace matrimonial do chanceler do Conselho Monárquico Jovem, Marcos Paulo Abreu, o príncipe Guillaume de Luxemburgo se casou com a condessa belga Stéphanie de Lannoy diante dos olhares de convidados da mais alta nobreza de todo o mundo, inclusive da Casa Imperial do Brasil.

Em Luxemburgo a cerimônia religiosa que durou mais de duas horas foi celebrada em três idiomas (francês, alemão e luxemburguês) no dia 20 de outubro, sábado na Catedral de Nossa Senhora de Luxemburgo. A noiva, Stépahnie, de 28 anos e que já havia se casado com Guillaume na sexta-feira no civil, chegou à catedral luxemburguesa acompanhada de seu irmão mais velho e herdeiro ao título de Conde de Lannoy. A cerimônia começou com uma oração silenciosa pela recentemente falecida mãe da noiva, a condessa Alix della Faille de Leverghem. Durante o casamento foram lidos, entre outros textos, a carta de São Paulo aos Coríntios e o evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus. Logo após a cerimônia os príncipes apareceram na sacada do palácio da câmara para o tradicional beijo em público.

Praticamente toda a realeza do mundo esteve presente na cerimônia de Luxemburgo. Entre os convidados, além dos membros das casas ducal de Luxemburgo e real da Bélgica, estavam representantes das casas principescas de Liechtenstein e Mônaco, das casas reais da Áustria, Bulgária, Dinamarca, Espanha, Grécia, Holanda, Inglaterra, Itália, Jordânia, Marrocos, Noruega, Portugal, Sérvia, Suécia, imperiais da Austro-Hungria, Brasil, Japão e Rússia. A Casa Imperial Brasileira esteve representada pelo príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança e sua esposa Dona Cristina de Ligne e pela princesa Dona Eleonora de Orleans e Bragança, esposa do príncipe Michel de Ligne que é irmão de Dona Cristina.

Enquanto encontros de líderes republicanos não se dão senão por interesses comerciais, militares, acordos e negociatas, no casamento de Luxemburgo estiveram presentes os líderes de quase 25 nações do mundo para, acima de tudo, expressar a cordialidade que existe entre as monarquias. O Brasil não foi representado por sua “presidenta” mas por um membro de sua casa imperial, o Príncipe Dom Antônio de Orleans e Bragança, terceiro na linha de sucessão ao trono brasileiro e que figurava entre os reis e rainhas, príncipes e princesas de todo o mundo, tornando claro o prestígio que encerra a Casa Imperial Brasileira.

Uma semana antes do casamento de Luxemburgo, no dia 13 de outubro, foi a vez do chanceler do Conselho Monárquico Jovem, Marcos Paulo Abreu, celebrar seu matrimônio com a senhora Crislaine Silva Abreu, na histórica igreja de São Francisco de Assis, em São João Del Rei, a capital monárquica jovem. Também estiveram presentes monarquistas de todo o estado de minas gerais e de outras partes do Brasil, além do presidente do Círculo Monárquico de Minas Gerais, Dr. Mário de Lima Guerra, agora padrinho do noivo. O Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança enviou seus cumprimentos aos noivos por telegrama.

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